A liberdade existe - está entre as duas rodas de uma motocicleta.
Parabéns aos amigos motociclistas !!!!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Uma Bruxa é assim : estranha gente.
Graça Lúcia Azevedo / Senhora TelucamaSalvador – Bahia - Brasil
É gente de conteúdo interno que transcende a compreensão medíocre, simplória.
É gente que tem idealismo na alma e no coração, que traz nos olhos a luz do amanhecer e a serenidade do ocaso.
Tem os dois pés no chão da realidade.
É gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago.
É gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. Admira paisagens.
Poeira traz lembranças de chão curtido de sonhos passados.
Escuta o som dos ventos.
Dança a dança do mundo pelo simples prazer de dançar.
É gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternura, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si.
Emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
É gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam.
Gente que semeia, colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto.
É gente muito estranha as Bruxas.
Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos.
Gente que fala com plantas e bichos.
Dança na chuva e alegra-se com o sol.
Cultuam a Lua como Deusa e lhe faz celebrações...
Eh!!Gente muito estranha essas Bruxas.
Falam de amor com os olhos iluminados como par de lua cheia.
Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, com a mesma energia das grandes marés, que vão e voltam em uma harmoniosa cadência natural.
Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentores suas lágrimas e sofrimentos.
Amam como missão sagrada e distribuem amor com a mesma serenidade que distribuem pão. Coragem é sinônimo de vida, seguem em busca dos seus sonhos, independente das agruras do caminho.
Essa gente, vê o passado como referencial , o presente como luz e o futuro como meta. São estanhas as Bruxas!
Acreditam no poder do feminino, estão sempre fazendo da maternidade a sua maior magia e através da incessante luta pela paz chegam a divindade de existir pelo amor da Grande Mãe, a natureza.
Da mesma forma que produzem um belíssimo visual, de elegância refinada com as raias da vaidade, se vestem como verdadeiras Bruxas medievais a caminho do patíbulo.
Iluminam de beleza e jovialidade o corpo físico com habilidade mágica e com facilidade transforma-se, permitindo-se um sóbrio aspecto de velha senhora, a depender da lua nos seus espirítos..
Cultuam as sagradas tradições como forma de perpetuar as leis que regem o universo, passam de geração para geração a fonte renovadora da sabedoria milenar.
São fortes e valente, ao mesmo tempo humildes e serenas.
São leoas e gatinhas.
São muito estranhas as Bruxas.
Com a mesma habilidade que manuseiam livros codificados, o fazem com panelas e vassouras... São aventureiras e criam raízes, dançam rock, valsa e polka, danças sagradas , e inventam o que precisa ser inventado.
Criam e recriam.
Contam contos e histórias de fadas , e carochinhas, contam suas próprias histórias...
Falam de generosidade e de todas as daides em exercício constante, buscam a plenitude como propósito...
Interessante essa gente, essas Bruxas!
Se obrigam tarefas, de evoluir, de amar e dividir... falam de desapego em plena metrópole , em meio as tecnólogias.
Cantam mantras e Músicas populares, mas se emocionam com as folclóricas.
Mexem com ervas e chás, são primitivas e avançadas.
Pulam da mesa do rei para um abrigo montanhês com o mesmo sorriso enigmático de prazer e sabedoria que iluminava a face das suas ancestrais.
Degustam um pão artesanal, receita medieval da velha senhora das montanhas com a mesma gula que o fazem em um banquete cinco estrelas, com pães ultra sofisticados daquela celebridade da cozinha francesa.
Amam em esteiras e em grandes suites, desde que estejam felizes, pois ser feliz é sempre a única condição dessa gente estranha.
É gente que compra briga pela criança abandonada, pelo velho carente pelo homem miserável, pela falta de respeito humano... é gente que fica horas olhando as estrelas, tentando decifrar seus mistérios, e sempre conseguem.
Gente que lê em fundos de xícaras, em bolas de cristal, tarot, com pedras, na areia, nas nuvens, no fogo, no copo d’água... são muito estranhas!
Oram para elementais, anjos e gnomos.
Falam com intimidade com os Deuses e lhes chamam para um círculo, fazem fogueiras e dançam em volta...
Viajam de avião, a pé, de carro e em lombos de animais, agradecendo pelas oportunidades que a vida lhes dá... aliais, essa gente estranha agradece por tudo, até pela dor, que chamam de mãe, pois acreditam que é a forma mais rápida para a evolução...
Se reúnem em escolas iniciáticas que chamam de coven, para mutualmente se bastarem, se protegerem se resguardarem, resgatar valores, estudar, muito estranhas são as Bruxas.
Mas estranha mesmo é a fé que as mantém vivificadas ao longo de cinco mil anos.
Que seja abençoada toda essa gente estranha...e desconfio que é deste tipo de gente que a DEUSA precisa para o terceiro milênio...
É gente de conteúdo interno que transcende a compreensão medíocre, simplória.
É gente que tem idealismo na alma e no coração, que traz nos olhos a luz do amanhecer e a serenidade do ocaso.
Tem os dois pés no chão da realidade.
É gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago.
É gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. Admira paisagens.
Poeira traz lembranças de chão curtido de sonhos passados.
Escuta o som dos ventos.
Dança a dança do mundo pelo simples prazer de dançar.
É gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternura, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si.
Emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
É gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam.
Gente que semeia, colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto.
É gente muito estranha as Bruxas.
Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos.
Gente que fala com plantas e bichos.
Dança na chuva e alegra-se com o sol.
Cultuam a Lua como Deusa e lhe faz celebrações...
Eh!!Gente muito estranha essas Bruxas.
Falam de amor com os olhos iluminados como par de lua cheia.
Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, com a mesma energia das grandes marés, que vão e voltam em uma harmoniosa cadência natural.
Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentores suas lágrimas e sofrimentos.
Amam como missão sagrada e distribuem amor com a mesma serenidade que distribuem pão. Coragem é sinônimo de vida, seguem em busca dos seus sonhos, independente das agruras do caminho.
Essa gente, vê o passado como referencial , o presente como luz e o futuro como meta. São estanhas as Bruxas!
Acreditam no poder do feminino, estão sempre fazendo da maternidade a sua maior magia e através da incessante luta pela paz chegam a divindade de existir pelo amor da Grande Mãe, a natureza.
Da mesma forma que produzem um belíssimo visual, de elegância refinada com as raias da vaidade, se vestem como verdadeiras Bruxas medievais a caminho do patíbulo.
Iluminam de beleza e jovialidade o corpo físico com habilidade mágica e com facilidade transforma-se, permitindo-se um sóbrio aspecto de velha senhora, a depender da lua nos seus espirítos..
Cultuam as sagradas tradições como forma de perpetuar as leis que regem o universo, passam de geração para geração a fonte renovadora da sabedoria milenar.
São fortes e valente, ao mesmo tempo humildes e serenas.
São leoas e gatinhas.
São muito estranhas as Bruxas.
Com a mesma habilidade que manuseiam livros codificados, o fazem com panelas e vassouras... São aventureiras e criam raízes, dançam rock, valsa e polka, danças sagradas , e inventam o que precisa ser inventado.
Criam e recriam.
Contam contos e histórias de fadas , e carochinhas, contam suas próprias histórias...
Falam de generosidade e de todas as daides em exercício constante, buscam a plenitude como propósito...
Interessante essa gente, essas Bruxas!
Se obrigam tarefas, de evoluir, de amar e dividir... falam de desapego em plena metrópole , em meio as tecnólogias.
Cantam mantras e Músicas populares, mas se emocionam com as folclóricas.
Mexem com ervas e chás, são primitivas e avançadas.
Pulam da mesa do rei para um abrigo montanhês com o mesmo sorriso enigmático de prazer e sabedoria que iluminava a face das suas ancestrais.
Degustam um pão artesanal, receita medieval da velha senhora das montanhas com a mesma gula que o fazem em um banquete cinco estrelas, com pães ultra sofisticados daquela celebridade da cozinha francesa.
Amam em esteiras e em grandes suites, desde que estejam felizes, pois ser feliz é sempre a única condição dessa gente estranha.
É gente que compra briga pela criança abandonada, pelo velho carente pelo homem miserável, pela falta de respeito humano... é gente que fica horas olhando as estrelas, tentando decifrar seus mistérios, e sempre conseguem.
Gente que lê em fundos de xícaras, em bolas de cristal, tarot, com pedras, na areia, nas nuvens, no fogo, no copo d’água... são muito estranhas!
Oram para elementais, anjos e gnomos.
Falam com intimidade com os Deuses e lhes chamam para um círculo, fazem fogueiras e dançam em volta...
Viajam de avião, a pé, de carro e em lombos de animais, agradecendo pelas oportunidades que a vida lhes dá... aliais, essa gente estranha agradece por tudo, até pela dor, que chamam de mãe, pois acreditam que é a forma mais rápida para a evolução...
Se reúnem em escolas iniciáticas que chamam de coven, para mutualmente se bastarem, se protegerem se resguardarem, resgatar valores, estudar, muito estranhas são as Bruxas.
Mas estranha mesmo é a fé que as mantém vivificadas ao longo de cinco mil anos.
Que seja abençoada toda essa gente estranha...e desconfio que é deste tipo de gente que a DEUSA precisa para o terceiro milênio...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Não deixe o temporário se tornar permanente.
Dizem que se você colocar um sapo em água fervente, ele pula e salva a própria vida. No entanto, se você colocá-lo numa panela com água fria que gradualmente vai esquentando até ferver, ele não sai e morre.
Essa analogia é muito usada para ilustrar um fato perigoso em nossas vidas. Se nos depararmos com uma situação emergencial, “fervente”, nós damos um jeito de resolver e sair dela rapidinho. Contudo, se cavarmos lentamente nossa cova, quando olharmos para cima veremos que não podemos sair facilmente do buraco. Como o sapo, nós vamos esquentando lentamente certas áreas de nossa vida até nos encontrarmos numa situação sem saída.
Esse fato é facilmente observável quando paramos para pensar em quanta coisa que dizíamos ser temporária acabou se tornando permanente em nossas vidas. Um emprego ou posição abaixo de nossas qualificações “só porque” precisávamos desesperadamente pagar as contas, um relacionamento afetivo que era só “para ver onde vai dar”, ou simplesmente a falta total de ação em direção à conquista de um objetivo por um motivo qualquer (“Ainda não estou pronto”, “Preciso guardar mais dinheiro”, “Vou deixar o ano acabar”, “Preciso arranjar tempo”, etc.).
Muitas pessoas fracassam não porque não possuem as qualidades necessárias para vencer, mas simplesmente porque não se dão conta da passagem do tempo. Elas se ocupam tanto com a rotina do dia-a-dia, que não traz resultado futuro nenhum, que se esquecem de construir o futuro que desejam, sempre acreditando que “terão tempo no futuro”.
Um exercício bom colocar no papel tudo o que já desejou fazer/ter/ser na vida e compare com o que já conseguiu. Quando a pessoa se dá conta de que no ponto em que está na vida ela já deveria ter conquistado muitas das coisas que desejou no passado, ela tem um “click”. Sabe quando você olha no relógio e se assusta ao ver a hora? Você não tinha idéia de que o tempo passou tão rápido? Pois é. É a mesma sensação. Ao ter o “click”, a pessoa compreende que se não tomar atitudes reais com relação aos seus planos, eles continuarão sendo planos, até o momento em que a água ferver e eles não puderem mais ser concretizados.
Eu tive a tristeza de compartilhar um momento desses com um casal de amigos que, após construírem carreiras brilhantes, decidiram, tarde demais, ter seu primeiro filho. Eles não viram o tempo passar… Eles sempre acharam que haveria tempo “no futuro”…
Casos como esse se repetem com as mais variadas pessoas em todas as áreas da vida. Como um fumante que se intoxica aos poucos, as pessoas enchem suas vidas de inutilidades “temporárias”, enquanto psicologicamente sentem-se tranqüilas pensando que logo que o temporário passar, elas terão tempo para se dedicar aos seus verdadeiros planos.
Pare por um momento, pense sobre seus planos e sua rotina “temporária”. Quão valiosa ela é para se impor entre você e a realização de seus objetivos?
Jonathan Farrell - Psicólogo
A nossa LIBERDADE
Vamos ter discernimento e coragem para repudiar os maus governos, a corrupção e a hipocrisia!
A NAÇÃO brasileira precisa acordar e não temer os canalhas que só pensam em manter privilégios pessoais e de grupos amigos! Participe da divulgação deste artigo!
A nossa liberdade!
A nossa liberdade!
Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores,
para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade! Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados,
ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam,
crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?
Paulo Chagas .
sábado, 23 de julho de 2011
Poema que fiz em 22/04/2003 - Um dia pra se voltar
| Se você precisa descansar Eu tenho a solução Que irá te animar Cananéia Habitual panacéia Cidade maravilhosa Viagem grandiosa Chegada calorosa Via Maria Estrela Guia Grande família Imensa alegria Ambiente informal Calor fenomenal Energia sem par Calor exemplar Comida caseira Gente hospitaleira Nem me fale de segunda-feira A paz impera Foi uma grande espera Aqui estamos na grande esfera Para desligar do mundo Cais profundo Tudo tão natural Anelita e Márcia Carinho sem igual E no quintal Até cachorro tem Caco E o Saddam que é do bem A noite, piano no Kurt Marcio canta, o povo encanta Só a Maria não curte Momentos felizes passamos Mas nem tudo registramos Passeamos no canal, à ilha comprida fomos e pretendemos voltar E quem sabe na volta a gente fique por lá |
Declare seu amor por Cananéia...
Conte um pouco sobre sua vinda para cá, uma estadia que te marcou, uma época que passou aqui nesse pedaço de paraíso... declare por que ama Cananéia...
Vou contar pra vocês como tudo começou... meu maridão (Lineu) já vinha pescar por essas bandas há mais ou menos uns 10 anos antes de nos conhecermos... e depois disso passamos a vir com frequência pra cá, bastava ter um feriado e ... estávamos aqui. Numa dessa vindas fomos a noite no Kurt Kaffee, lá sempre estava um simpático senhor tocando piano (alguem conhece?....rs)... e aquelas músicas da época da bossa nova,e eu metida a cantar.... mudamos a letra de uma música muito conhecida... e cantamos mais ou menos assim... "eu fiz uma casinha lá em Cananéia, fica na beira da serra, só vendo que beleza...."
Estamos aqui e adotamos Cananéia como nossa cidade do coração...
e vc?
Vou contar pra vocês como tudo começou... meu maridão (Lineu) já vinha pescar por essas bandas há mais ou menos uns 10 anos antes de nos conhecermos... e depois disso passamos a vir com frequência pra cá, bastava ter um feriado e ... estávamos aqui. Numa dessa vindas fomos a noite no Kurt Kaffee, lá sempre estava um simpático senhor tocando piano (alguem conhece?....rs)... e aquelas músicas da época da bossa nova,e eu metida a cantar.... mudamos a letra de uma música muito conhecida... e cantamos mais ou menos assim... "eu fiz uma casinha lá em Cananéia, fica na beira da serra, só vendo que beleza...."
Estamos aqui e adotamos Cananéia como nossa cidade do coração...
e vc?
Assinar:
Postagens (Atom)
